Ocupado demais — tentando dar vazão à minha “carreira internacional” — para escrever algo relevante. E assim, obviamente, ocupo este espaço com o irrelevante.

Em todo caso, já que tive tempo suficiente de ao menos publicar este “aviso”, aproveito para dispor um fragmento de minha autoria que até hoje, depois de tanto tempo (e depois de tantos escritos!), ainda me faz pensar: 

“Escrever… para quê?, para quem? Por que escrever? Qual a finalidade desse contínuo enfileiramento de palavras?… tão imprecisas, tão excessivas… que dizem sempre tão pouco…”
Os Malabaristas – cap. 2

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