Às vezes eu gostaria de não ser tão observador.
Às vezes eu gostaria de não ter uma memória tão seletiva.
Às vezes eu gostaria de ser mais paciente (comigo e com os outros).
Às vezes eu gostaria de não ser tão exigente (com os outros e comigo).
Às vezes eu gostaria de não pensar tanto.
[Aqui entrava todo um discurso explicativo/justificativo, que censurei, pois parecia mais destinado a mim mesmo do que a qualquer outro.]
Talvez, se esses desejos não me assaltassem apenas às vezes eles já não me incomodariam: se fossem um peso esmagador eu já teria dado um jeito de me livrar da carga, ou teria sucumbido a ela.
Outubro 22, 2007 at 8:54 pm
Esses desejos (e tantos outros) me consomem com bastante frequência. Faço um esforço consciente pela mudança, mas me pego falhando bastante. Talvez esteja acima do controle da gente.
(ah, acabei com meu blog. De novo… Quando fizer um novo, eu aviso. Mas venho aqui sempre, independente de qualquer coisa).
Beijinhos.
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Ou talvez a gente queira sempre algo que não pode conseguir de todo… vai saber.
Pena você ter acabado com o blog, mas é um direito que você tem. Espero que não demore muito a criar outro.
Beijo.
Outubro 23, 2007 at 3:32 am
Às vezes eu gostaria de ser mais paciente (comigo e com os outros).
Às vezes eu gostaria de não ser tão exigente (com os outros e comigo).
Às vezes eu gostaria de não pensar tanto.
Esses três eu assino embaixo. E acrescento: gostaria de não me preocupar tanto com as coisas.
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Pelo visto, Sonia, não estou sozinho nesse barco… E eu poderia acrescentar também à minha lista o desejo de não me preocupar tanto com tudo.
Outubro 23, 2007 at 5:24 am
Oi Wagner,
o texto já diz tudo em relacao as nossas atitudes. Eu fico em essas 3.
Às vezes eu gostaria de não ser tão observador.
Às vezes eu gostaria de ser mais paciente (comigo e com os outros).
Às vezes eu gostaria de não ser tão exigente (com os outros e comigo).
Nessa última eu inverteria e colocaria o “comigo” na frente.
Boa semana
Grande abraco
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Ih, mais uma pra entrar no barco… só espero que ele não afunde (he he he).
Boa semana pra você também, Georgia.
Abraço!
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Outubro 24, 2007 at 7:17 pm
Como sempre demorei nada pra criar outro blog. O endereço está aí. Beijinhos.
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Nossa!, dessa vez foi rápido mesmo, hein?!? Que bom!
Outubro 25, 2007 at 2:46 am
Wagner, eu vivo mudando esse “às vezes”.
Às vezes eu surto e revoluciono tudo.
Às vezes, continuo a mesma. Pra depois surtar.
Acho que estou em fase de transição.
Isso acontece… às vezes.
Beijo.
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Hummm… acho que o seu caso é mais “grave” que o meu, Lidiane.
Outubro 25, 2007 at 7:07 pm
Wagner, querido, desculpe nao ter respondido seu email. Eu ate comecei mas nao consegui terminar. Ando super ocupada. Guenta ai.
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Não tem pressa não, Carla. Eu espero.
Beijo.
Outubro 29, 2007 at 10:13 am
Eu gosto de ser observadora. É o que me resta!
Minha memória não é seletiva – é simplesmente péssima.
Eu não quero ser paciente com os outros. Eles raramente retribuem a delicadeza.
Eu gosto de ser exigente comigo, de me forçar a melhorar, mesmo que não consiga. Já com os outros, outra perda de tempo.
E para não pensar, Cabernet Sauvignon.
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Eu também gosto de ser observador, Marie (aliás, eu não saberia como evitá-lo), o “problema” é que, a longo prazo, isso acaba tendo um preço relativamente alto — pelo menos para mim.
Idem para ser exigente para comigo mesmo: por um lado acho até bom ser assim, mas por outro há sempre uma “constante cobrança interior” que pode soar cansativa com o tempo — sobretudo se estamos sempre fracassando em nossas metas pessoais.
Enfim, cada um tem de aprender a lidar com suas próprias questões, e talvez o Cabernet Sauvignon seja mesmo uma alternativa a se levar em conta…
Beijo.